.

.

viernes, 26 de mayo de 2017

UNITA Quer Cancelar Contrato

UNITA quer cancelar contrato de viaturas milionárias aprovadas pelo MPLA

Lisboa – A UNITA promete, em caso de vitória eleitoral, cancelar o  contrato aprovado pela bancada parlamentar  do MPLA que prevê a compra de viaturas (marca Lexus, modelo LX 570, de 2017) de uso  protocolares  por parte  da Assembleia Nacional para os deputados da próxima legislatura.
 
Fonte: Club-k.net
 
O aviso   veio de uma das suas deputadas Miahela Webba Neto  que recorreu as redes sócias para manifestar a posição do seu partido quanto a encomenda das viaturas que custarão aos cofres do Estado o equivalente a 77 milhões de dólares americanos.
 
 
Segundo a parlamentar “Nos UNITA não aprovamos o OGE (voto contra) nem o orçamento da AN (abstenção) e os nossos colegas do MPLA ficaram muito zangados. Num momento de profunda crise, em que a maioria sofre imoral a aprovação dessa verba.”
 
 
 “A UNITA vence as eleições vamos cancelar este contrato”, prometeu a deputada do maior partido da oposição em Angola. 
 
 
A CASA-CE também manifestou a sua  oposição  a decisão da Assembleia Nacional liderada por Fernando Dias dos Santos “Nandó”. Aos microfones da radio MFM, nesta quarta-feira, o deputado desta coligação, Lindo Bernardo Tito defendeu que não deveria ser a actual legislatura a decidir ou tomar decisões sobre praticas da futura legislatura.
 
 
O parlamentar não concorda com a distribuições de viaturas de funções porque no seu entender reduz o atendimento as condições de trabalho dos deputados. Para ele “seria mais proveitoso injetarem dinheiro para que cada deputado tivesse dois assistentes e não mordomias”
 
 
Na opinião de Lindo Bernardo Tito, os deputados poderiam solicitar credito ao banco para aquisição de viaturas que pretenderem a semelhança do que acontece em outros países.
 
 
De lembrar que o anuncio da aquisição das viaturas esta  a gerar indignação nas redes sócias, uma vez que Angola se encontra em crise financeira. As criticas tem partido inclusive no seio de adeptos do MPLA, o partido que aprovou a encomenda milionária.
 
 
Em anos anteriores, a Assembleia Nacional encomendou viaturas protocolares e depois veio a superfície denuncias de que as compras das  mesmas haviam sido  sobrefaturadas. 
 
 
Esta semana um simpatizante  do MPLA, Willy Guimarães   lançou o desafio  a Assembleia Nacional para compra da mesma encomenda com um orçamento inferior e que permitiria o solicitante a receber ainda duas viaturas da marca ranger. 
 

“Srs deputados, a União Comercial de Automóveis tema  vossa disposição melhores carros e mais em conta. Topo de gama ranger Rover por alguns 60 milhões de kwanzas. Com o dinheiro que querem gastar nos lexus 570, levam dois rangeres para casa e sobra troca”, sugere  Willy Guimarães .

UNITA Convoca Manifestaçao

Fonte :Unitaangola
UNITA convoca manifestação para exigir correcção das violações à Lei
Kuito 28.jpg
Comité Permanente da Comissão Política da UNITA, convocou a Manifestação em todo o país, a partir da próxima semana, para exigir a correcção das violações à Lei.

A posição vem expressa num comunicado produzido no final de reunião extraordinária do Comité Permanente, ocorrida esta sexta-feira, 26 de Maio de 2017, sob orientação do Presidente Isaías Samakuva, para analisar o processo de preparação das eleições gerais, tendo constatado, com bastante preocupação, que a Comissão Nacional Eleitoral insiste em perseguir uma postura que agride a paz e a democracia, colocando em perigo a lisura e a transparência do processo eleitoral.

O Comité Permanente acusa a CNE de ter feito tábua rasa aos sucessivos pedidos para auditar os programas-fonte e os softwares relativos ao Ficheiro Informático dos Cidadãos Maiores, e de ter efectuado um processo pouco transparente de selecção de empresas e elaborado um caderno de encargos não em conformidade com a lei no que diz respeito ao sistema de apuramento e transmissão dos resultados eleitorais;

“A CNE decidiu ignorar os apelos feitos pelos líderes das forças políticas concorrentes e prosseguir com a contratação de serviços de apoio às eleições, em violação à lei dos contratos públicos”, afima o Comité Permanente em Comunicado, sublinhando que esta conduta de desrespeito sistemático à lei e à ordem constitucional por parte da CNE, inviabiliza a realização de eleições livres, justas e transparentes.

TV Raiar, O Novo Canal de TV da UNITA

Fonte :CLUB-K
“TV Raiar” o novo canal de TV da UNITA
TV.raiar UNITA.jpg
Lisboa – A “TV Raiar” é o novo canal de televisão criado por sectores da UNITA e que vai ao ar no próximo dia um de Junho, imitindo via cabo, a partir da DSTV (África do Sul), para a região da SADC. (http://raiar.tv)

Fonte: Club-k.net

Em entrevistas anterior, o líder da UNITA, Isaías Samakuva justificou que foram obrigados a criar um canal de TV por falta de espaço por parte dos órgãos de comunicação estatais controlados pelo MPLA.


“É mesmo verdade. Nós estamos concentrados aqui, a TPA não nos dá espaço, então nós temos que procurar maneira de sair desta situação”, confirmou, há poucos anos a VOA.


Planeado desde 2014, a “TV Raiar” tardou a materializar-se por razões de ordem financeiras acrescida a um “braço de ferro” com um “desconhecido grupo”, que em forma de sabotagem tentou a propor a Multichoice a “revenda” do espaço que acolhe este novo canal televisão digital.


A ideia inicial de se criar um canal de televisão próprio surgiu em 1992, no tempo em que a UNITA era liderada por Jonas Savimbi. O malogrado líder reclamava que as mensagens eleitorais do seu partido eram deturpadas e manipuladas pela média pública, sob controle do regime. Savimbi, numa declaração pública, teria admitido a encomenda de material para instalação da TV em Angola e que, por outro lado, aguardava também por uma legislação.


A Lei de Imprensa angolana não permite a abertura de um canal televisivo privado, a operar de forma analógica ou digital. Vários analistas tem chamado atenção pelo facto de a TV Zimbo, o canal privado pertencente aos generais “Kopelipa” e Leopoldino do Nascimento operar a margem da lei, sob o silêncio do Ministério da Comunicação Social.
www.unitaangola.org

Estamos num Momento de Transição

Fonte :Unitaangola
Isaías Samakuva: “Estamos num momento de transição para uma nova era em Angola”
EAJ_0073.jpg
O país africano vive um momento histórico frente as próximas eleições, que marcarão o rumo que tomará o Governo angolano para sair da crise actual

BILBAO- Angola é um país que, com todas suas forças tenta deixar para trás um presente de extrema pobreza que se agravou durante os últimos anos devido à queda do preço do petróleo. Entre outros, regista a taxa de mortalidade infantil mais elevada do Mundo em crianças menores de cinco anos. Perante esta situação, Isaías Samakuva, Presidente do principal partido da oposição, a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), opina que o país vive um momento histórico de transição, cujo futuro se aclarará nas próximas eleições de 23 de Agosto. Nelas, o actual presidente da República, José Eduardo dos Santos, não estará presente entre os candidatos, depois de 40 anos à testa do Governo angolano, apoiado pelo Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA). Samakuva está estes dias em Euskadi e entre outros, foi recebido pelo Presidente, Iñigo Urkullu, pela Presidente do Parlamento, Bakartxo Tejera e pelo Presidente do EBB do Partido Nacionalista Vasco, Sr. Andoni Ortuzar.

P: Com as eleições a volta da esquina, poderia dizer-se que Angola está a viver um momento histórico?

R: A vida dos países tem momentos mais importantes do que outros e, certamente, agora mesmo em Angola, estamos a viver um desses momentos: um momento histórico. Precisamente, vivemos um momento de transição de uma era a outra, mais nova. Viemos de uma era que foi dominada pelo MPLA e pelo Presidente José dos Santos; de uma era em que os princípios democráticos foram sempre violados de maneira consciente; de uma era em que o respeito dos direitos humanos não era completos. Mas como eu já disse, estamos num momento histórico, um momento de transição e temos que trabalhar para que esta oportunidade de mudança não escape.

P: Para isso, quais são os desafios políticos que Angola tem que afrontar?


R: São vários, mas, talvez, um dos principais, seja conseguir uma abertura democrática que permita ao povo angolano expressar-se livremente dentro do estabelecido pela lei. E nem podemos esquecer-nos da necessidade imperiosa de mudar a atitude dos governantes; estes tem que aprender que são servidores do povo e não ao contrário.

P: E no âmbito social?

Um dos grandes desafios de Angola, é acabar com a fome e a pobreza. O povo angolano vive numa miséria extrema e necessita que se levem a cabo acções concretas, para sair desta situação. Na UNITA, nós acreditamos, firmemente que com um governo que trabalhe para o bem do povo e não para os governantes, poderemos resolver rapidamente este e outros problemas sociais, porque Angola e um país potencialmente rico.

P: Em petróleo, se não me engano.

R: Sim, mas não só. Por exemplo, só no sector mineiro, temos uma série de minerais como o ouro, o cobre, fosfatos, uranio, níquel, etc. E noutros âmbitos também temos oportunidades importantes. Precisamente, que praticamente toda a economia angolana se tenha assente no petróleo, e um dos principais problemas ao nível económico, porque além de ser um produto muito volátil, cujas consequências já sofremos em mais de uma ocasião, algum dia esgotará. Por isso, temos que sair do modelo actual e diversificar a nossa economia para aproveitar outros recursos e rendimentos, daqueles de que dispomos, tais como o sector agrícola, o mineiro, o dos serviços, o turismo etc, etc. Desta maneira, se resolverão grande parte dos problemas sociais. Angola tem condições fantásticas para sair da crise em que esta mergulhada.

P: E porque é que até agora não se tomou esse caminho?

R: Porque o actual governo é corrupto e além disso distraiu-se, fixando-se só no petróleo. Porquê? Porque parece mais fácil obter dinheiro dele. Mas não podemos jogar a nossa economia com uma só carta, enquanto temos muitas mais.

P: Qual e a primeira medida que tomaria se alcança a presidência?

R: Desenvolver cinco áreas importantes para melhorar a vida dos angolanos. Estas seriam fomentar o emprego, desenvolver serviços sanitários, melhorar o sistema educativo, solucionar o problema da vivenda e conseguir direitos laborais para que todos os angolanos possam ter a possibilidade de viver com dignidade.

P: Relativo a cidadania, como estão a viver os angolanos este momento de mudança?

R: Os cidadãos estão completamente cansados do regime actual e expressam, abertamente, a sua vontade de participar em eleições que estejam isentas de fraude. Ainda mais agora que o povo angolano sabe que o governo actual nunca cumpriu as suas promessas. Por isso, eu diria que estão preparados para culminar com este processo de transição; do nosso lado, vamos trabalhar para abrir a porta à mudança, impedindo a fraude eleitoral.

P: Que papel teria que tomar a Comunidade Internacional, respeito a essas eleições?

R: A Comunidade Internacional tem que jogar um papel de grande importância, mas com cabeça e com o fim de conseguir o bem para Angola, mediante uma transição que se faça em tranquilidade e não ao desde um ânimo fiscalizador. Sobretudo, tem que ajudar a que estas sejam realmente umas eleições livres, sem fraude eleitoral. Para isso, tem que acompanhar todo o processo e também exercer um papel observador. Tudo isso ajudará a conseguir a estabilidade e a paz, é precisamente isso o que todos desejamos, porque a Comunidade Internacional em geral tem um grande interesse em Angola. Mas isso, sim: só se Angola for um país estável e em paz.
www.unitaangola.org

Funcionarios do TS Reclamam

Fonte :KUP
Funcionários do TS reclamam aumento salarial e promoções
Justiça TS.jpg
Mais de Cem (100) funcionários do Tribunal Supremo (TS) subscreveram um Memorando dirigido ao Juiz Conselheiro Presidente daquela instância judicial, solicitando cumprimento da resolução nº 01/16 de 1 de Outubro, referente à equiparação remuneratório dos Magistrados e demais funcionários e a promoção dos referidos funcionários, nos termos do Despacho presidencial n° 314/16 de 22 de Novembro.

Tendo em conta o documento, os funcionários do Tribunal Supremo verificaram que muitos deles recebem salários líquidos inferiores a 30.000 (trinta mil kwanzas), ao contrário de outros Tribunais Superiores, onde o salário mais baixo não é inferior a AKZ 100.000,00 (cem mil kwanzas).

“Indagamo-nos como é possível que estes funcionários conseguem fazer face às suas necessidades mais básicas, como alimentação, saúde, transporte e habitação, quando se encontram remetidos à uma condição de quase mendicidade, que até lhes torna inelegíveis a candidatar-se aos projectos habitacionais do Estado, contrapondo-se à exigência de um trabalho de excelência, com isenção, abnegação e sigilo profissional, inerentes a especialidade do ofício que exercem e contribuam para uma” Justiça de Qualidade, como Melhor Caminho Para a Paz Social”, lê-se no memorando dos referidos funcionários do TS, que também denunciam a existência de funcionários, há mais de vinte anos sem qualquer promoção há outras categorias.

“Observa-se com dolorosa estupefacção que, se por um lado, os funcionários do Tribunal Supremo auferem um salário inferior aos dos demais Tribunais Superiores, por outro lado, maior é a indignação ao observar que em muitas situações os oficiais de Justiça da 1 a Instância auferem uma remuneração líquida maior que os deste tribunal Supremo”, lamentam.

De acordo com os funcionários que subscrevem o memorando, a materialização da Resolução n° 1/16, de 01 de Junho, que aprova a equiparação remuneratório, vai realizar a justiça que tanto se espera entre os funcionários dos Tribunais Superiores e colmatar os problemas sociais acima descritos, sem no entanto constituir um peso substancial ao orçamento Geral do Estado, considerando o reduzido número do quadro de pessoal deste Tribunal, comparativamente aos oficiais de justiça de 1 a instância e da PGR.

“Julgamos, o possível impacto no Orçamento Geral do Estado, ter sido levado em conta no encontro em que foram baixadas as orientações de Sua Excelência Senhor Presidente da República e Titular do Poder Executivo, como refere a resolução em causa”, concluem.
www.unitaang

Liga de 114 Partidos Junta-se a UNITA


Liga de 114 Partidos políticos extintos junta-se à UNITA
Eleições-003 Partidos Politicos Extintos junta-se a UNITA.jpg
Uma Liga constituída por 114 Partidos Políticos extintos pelo Tribunal Constitucional, nos dois últimos pleitos eleitorais realizados em Angola, os primeiros abolidos nas eleições legislativas de 2008 e os outros nas eleições gerais de 2012, decidiram, na passada terça-feira, 23 de Maio de 2017, juntar-se ao maior Partido na oposição em Angola, a UNITA, e apoiar a causa da Mudança defendida por este Partido.

A posição foi tornada pública pelo Presidente da Liga, Baptista Simão, numa Conferência de Imprensa, realizada em Luanda, em que reconheceu os esforços realizados pelo Presidente do segundo maior partido angolano, ao colocar-se na defesa dos interesses dos angolanos e estimular maior participação dos angolanos nas eleições gerais de Agosto deste ano.

“Decidimos em consciência apoiar as iniciativas inovadoras e criadoras, e das mudanças da UNITA e ao seu Candidato à Presidente da República, ao estar a fazer o bem a todos os angolanos: defensor da Democracia, que abriu espaços para uma maior adesão do povo nas próximas eleições do dia 23 de Agosto de 2017”, defendeu.

Sobre o Dia de Africa


Fonte :Unitaangola
Declaração da UNITA sobre o Dia de África
AfricaM.png
A África tem sido um continente flagelado por diversos problemas, como são o elevado grau de analfabetismo, os baixos índices de desenvolvimento humano, a fome e as altas taxas de mortalidade infantil e mortalidade materna.

Embora a escravatura, o colonialismo e o apartheid tenham ficado para trás, o continente negro ainda é marcado por altos níveis de obscurantismo político, sociedades com elevados déficits democráticos, baixa participação do cidadão no controle da gestão da coisa pública e elevados níveis de corrupção a par de um aumento do fosso que separa os ricos dos pobres do continente.

No início dos anos 60 do século passado, o esforço de vários grupos africanos acabou por levar à criação da Organização de Unidade Africana. Vale a pena lembrar: o Grupo de Casablanca, o Grupo de Brazzaville, o Grupo de Monróvia, o Grupo de Lagos e o Movimento Panafricano de Libertação da África Oriental.

No dia 25 de Maio de 1963, foi instituída a Organização da Unidade Africana. Lembramos a todos os angolanos que nessa altura, foi criado o Comité de Libertação da África que foi presidido pelo Dr. Jonas Malheiro Savimbi que na altura era Ministro dos Negócios Estrangeiros do GRAE (Governo Revolucionário de Angola no Exílio).

De entre os objectivos ambiciosos que, na altura, os pais fundadores da Organização de Unidade Africana definiram como sendo aqueles que livrariam a África do marasmo, destacavam-se os seguintes:
a. A promoção da unidade e solidariedade entre os estados africanos;
b. A coordenação e intensificação da cooperação ente os Estados africanos, no sentido de atingir uma vida melhor para os seus povos;
c. A defesa da soberania, da integridade territorial, e da independência dos territórios africanos que então eram colónias europeias;
d. A erradicação de todas as formas de colonialismo em África;
e. A promoção da cooperação internacional respeitando a Carta das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Direitos Humanos;
f. A coordenação e a harmonização das políticas dos estados membros da Organização de Unidade Africana nas esferas política, diplomática, económica, educacional, cultural, da saúde, do bem-estar, da ciência, da técnica e da defesa.

Os conflitos políticos e militares que assolam alguns Estados de África, alguns deles motivados por problemas mal resolvidos, pela injustiça e ganância das lideranças, clamam por soluções políticas definitivas, que projectem o Continente berço para novos patamares e abram caminho para a consolidação da democracia e desenvolvimentos dos Povos.

É por isso que hoje, por ocasião do Dia de África, impõe-se fazer uma reflexão sobre o nosso passado, com vista a conseguirmos um futuro melhor para o continente africano. Nesses termos,

1. A UNITA rende a sua singela homenagem aos pais fundadores da África cujo esforço permitiu a criação da Organização da Unidade Africana, precursora da União Africana, entre os quais, o ganês Kwame Nkrumah, o queniano Jomo Kenyatta, o maliano Modibo Keita, o egípcio Gamal Abdel Nasser e o imperador da Etiópia Hailé Selassié.

2. A UNITA reitera a sua adesão aos ensinamentos do seu Presidente fundador dr. Jonas Malheiro Savimbi, sobre a necessidade de luta permanente a favor da liberdade, da democracia e do desenvolvimento da África.

3. A UNITA acredita na actualidade dos princípios da dignidade e da valorização da África. A UNITA acredita que não existe nenhum fatalismo a condenar eternamente a África à miséria.

4. A UNITA exorta todos os angolanos a darem o seu contributo para a transformação do continente africano, pois a luta contra o subdesenvolvimento é um desafio que está inteiramente ao alcance dos filhos de África.


Viva a África
Viva a Unidade Africana
Viva a dignidade dos povos africanos


Luanda, 24 de Maio de 2017

Secretariado Executivo
do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA

Petroleo para Contrabando


25 % do Petróleo importado de Angola vai para o contrabando
José-Severino-AIA.jpg
A situação que ocorre particularmente na fronteira da República Democrática do Congo, foi revelada este sábado, 20 de Maio de 2017, pelo Presidente da Associação Industrial de Angola (AIA), José Severino, à margem da Conferência sobre “A Diversificação da Economia”, organizada pelo Instituto Superior Politécnico Católico de Benguela.

Não obstante a essa realidade nacional, algumas Províncias do País enfrentam crises subsequentes dos combustíveis, que é o estado desta região litoral de Benguela, conforme sublinhou o empresário.

“Se alguém quiser corrigir, corrija: 25% do nosso petróleo importado vai para o contrabando. Agora, cadê o retorno em Cambiais? Com quem é que fica este dinheiro? Angola está a gastar dinheiro na importação, e nós temos aqui esta crise, em Benguela aqui não há gasóleo”, constatou o empresário.

Segundo José Severino, o país ganharia mais dinheiro com o licenciamento dos exportadores, e registaria acréscimo dos serviços.

“Então, porque é que não licenciamos os exportadores? Para que façam operações através dos bancos, os bancos da RDC, particularmente aqui na zona do mineira. Porque é que a gente não faz esse licenciamento, ganharíamos dinheiro, além do mais iríamos acrescentar os nossos serviços dos nossos portos, dos terminais, de transporte. Tudo isso gera cambiais. Angola pode importar por X e vender o combustível por X mais Y”, acrescentou.

Quanto aos benefícios da Política de diversificação da economia para a Classe Empresarial Nacional, José Severino defende alterações da actual Lei de Investimentos Estrangeiro, por considerar que, a obrigação de 35 por cento de Capital Nacional à investimentos de infra-estrutura já não se adapta a actual realidade nacional.

“Então, temos que mudar, modificar a Lei de investimento estrangeiro. Quem fizer uma barragem em Angola não vai levar a barragem às costas, quem fizer uma linha de transportação (…) os custos de manutenção muito caras, não vai levar. Quem fizer uma auto-estrada em Angola não a vai levar. Portanto, aquela obrigação de 35 por cento de capital nacional à investimentos de infra-estrutura já não se adapta à nossa realidade. Porque, quando a Lei foi feita o petróleo estava sem título”.

Ao contrário de trinta e cinco por cento de capital nacional determinado pela Lei, a investimentos de infra-estrutura, o responsável da AIA defende, para essa área, um investimento do Estado, de cem por cento.

“Se nós não temos capital, temos de seguir o exemplo da Coreia que liberou. Ponham aqui cem por cento e não têm que estar a ter a obrigatoriedade de ter parceiros nacionais, porque à jusante dessa actividade se vão criar muitas actividades, a jusante desse investimento vão se criar multifacéticos negócios”.
www.unitaangola.org

Presidente Samakuva e Circulos Espanhois

Presidente Samakuva “pisca olho” aos círculos espanhóis
2017_05_23_lhk_unita_03.jpg
No prosseguimento da sua visita de trabalho pela Europa, o Presidente da UNITA, Isaías Samakuva esteve três dias no Reino de Espanha, no cumprimento de um programa intenso, que se circunscreveu em encontros com académicos, políticos, homens de negócios, representantes de vários órgãos de comunicação social e com membros do governo regional do país Vasco.

Uma nota de imprensa do Represente da UNITA junto da Comunidade em Espanha, refere que em Madrid, o Presidente Samakuva e sua delegação, encontraram-se, nas primeiras horas da manhã do dia 22 de corrente mês, com dirigentes do Partido Popular Espanhol e com vários jornalistas de órgãos de comunicação social espanhola e internacionais. Ao fim da manhã, presidiu, na qualidade de orador principal, a uma conferência subordinada ao tema: Angola. Um Olhar para o Futuro. Desafios e Oportunidades.

Segundo a fonte, no princípio da tarde, desse mesmo dia, o Presidente Samakuva e a sua delegação, encontraram-se com Deputados espanhóis para trocas de pontos de vista sobre a actual situação do nosso país e avaliação do processo eleitoral em Angola.

Depois de cumprida a agenda de Madrid, o Presidente da UNITA e a sua delegação partiram, ao do fim dia, para Bilbao para responder ao convite oficial do governo regional do País Vasco. Esta visita de trabalho teve início na cidade de Vitória, no dia 23 do corrente mês, com um encontro com a Presidente do Parlamento Vasco. Realizou-se, em seguida, um encontro com a Comissão das Relações Internacionais do Parlamento Vasco.

A nota aponta que o ponto mais alto desta jornada teve lugar no início da tarde, quando a delegação foi recebida pelo Presidente do Governo Vasco, com quem foram abordadas também diversos aspectos da situação política angolana, sobretudo os que se relacionam com o processo eleitoral em curso.

De regresso a Bilbao, prossegue a nota que temos vindo a citar, a delegação manteve um encontro com jornalistas e em seguida, na Camara de Comércio de Bilbao, com empresários espanhóis.

“A jornada de trabalho em Bilbao terminou com o encontro realizado com o Presidente do Partido Nacionalista Vasco (PNV) que se fez acompanhar por membros da sua Direcção. De salientar que o PNV é o principal partido que sustenta o Governo Vasco”, acrescenta a nota de imprensa, que em seguida considera de verdadeiramente positivo o balanço da visita da delegação do Presidente da UNITA ao reino de Espanha, sobretudo perante os objectivos que se buscava atingir.

“Digno de menção”, sublinha a nossa fonte, “é o facto de que os interlocutores encontrados demonstraram ter conhecimento da actual situação politica, social e económica do nosso país. Manifestaram o desejo do seu país estreitar relações com Angola e votos de que as eleições de Agosto deste ano, sirvam para consolidar o processo democrático em curso no nosso País”.

“O Presidente Samakuva e a sua delegação aproveitaram, deste modo, a oportunidade para manifestar preocupações relativas a transparência do processo eleitoral, bem como a necessidade das empresas estrangeiras que eventualmente sejam solicitadas a intervir no processo eleitoral o fazerem em conformidade com a lei angolana e às normas universalmente estabelecidas”, conclui a nota de imprensa do Representante da UNITA junto da Comunidade Angolana na Espanha,
Virgílio Samakuva.